TK Freire - MEU JARDIM


COMO UMA ONDA NO MAR...

“Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.”


Reinhold Niebuhr



Imagem: internet



Precisamos saber ser ondas...


Reagir aos ventos fortes como um mar bravio, mas também saber ser águas calmas, banhar as areias e aquecê-las com águas mornas e ternas.


Ondas que sabem a hora certa de recuar para se refazerem. Um recuo que se transforma em um novo começo, uma nova ação.


Tomemos como exemplo a persistência das ondas, que diante da dureza das pedras, não se intimidam. Incansavelmente, insistem em arrebentar-se sobre elas. De tanto que batem, terminam por moldá-las. As pedras, obedientemente tomam a forma desejada pelas águas.


Ao contrário da rigidez das pedras, a maleabilidade das areias não se rende às investidas das ondas. Quando a água vem, elas se acomodam faceiramente, mas é só a água ir embora para que elas retornem ao seu lugar.


As ondas sábias percebem que não adianta insistir e em troca do dengo charmoso das areias oferecem a suavidade de suas lambidas quentes. Aceita-as como são. Ama-as como são. Não conseguem modificá-las, recua, refaz-se e volta para seus braços.


Assim é o mar...


Distinguir as pedras das areias, saber persistir e saber aceitar.


Assim é amar...



Ao meu pai, com amor.



Escrito por TK Freire às 10h51
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EM COMPASSO DE ESPERA

SEI LÁ... A VIDA TEM SEMPRE RAZÃO
Vinicius de Moraes


Tem dias que eu fico
Pensando na vida
E sinceramente
Não vejo saída
Como é, por exemplo
Que dá pra entender
A gente mal nasce
Começa a morrer
Depois da chegada
Vem sempre a partida
Porque não há nada
Sem separação

Sei lá, sei lá
A vida é uma grande ilusão
Sei lá, sei lá
Só sei que ela está com a razão

A gente nem sabe
Que males se apronta
Fazendo de conta
Fingindo esquecer
Que nada renasce
Antes que se acabe
E o sol que desponta
Tem que anoitecer
De nada adianta
Ficar-se de fora
A hora do sim
É um descuido do não

Sei lá, sei lá
Só sei que é preciso paixão
Sei lá, sei lá
A vida tem sempre razão.

E assim disse o poetinha...

Começamos a nos preparar para a morte desde o momento da concepção, pois ela faz parte da vida... é isso que nos ensinam a vida inteira, passamos toda nossa existência tentando manter uma relação civilizada e cordial com a morte... é como se ela fizesse parte da família mesmo sendo a ovelha negra, uma sombra indesejada que se faz presente mesmo se mantendo em silêncio.

Quando ela começa a nos rodear, já sabemos que quer levar alguma coisa de nós e percebemos que a vida inteira é pouco para aprender a gostar da morte. Na hora "H" ninguém quer ir com ela, nem deixar que ela leve nada do que consideramos "nosso".

É aí que descobrimos que nada na vida é "nosso", mas dela. No fim, ela leva quem quer e quando quer. O "nosso" fica por conta da ilusão a que o poetinha se referiu na canção.

Por querer persistir na ilusão passei tanto tempo sem postar e acredito que ainda passe mais algum tentando me iludir... tenho me dedicado integralmente ao que sempre achei que seria eternamente MEU, vejo agora que não é... é tudo uma ilusão.



Escrito por TK Freire às 11h20
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DIA DO HOMEM

Mas ora vejam vocês... anos e anos a fio ouvindo queixas dos pobres desvalidos homens da terrinha - nordeste... terra de cabra macho - aqui se tem dia pra mulher, dia de negro, dia de índio, pai, mãe, criança, bruxa e, pasmem, até pra sogra tem dia especial... esqueceram dos heróis nacionais que carregam o país inteiro, quiçá o mundo nas costas!

Alguém sempre me repetia: "Sou vítima de preconceitos e a lei não me acoberta! Não sou preto, não sou pobre, não sou índio, não sou mulher e nem veado... daqui a pouco vou ser preso por causa disso. Defendem tanto essas classes, tem tanta lei protegendo, tanto movimento e delegacia pra defender, que homem que é homem mesmo, já já é criminoso só por que é homem!"

Sabe que tinha horas que até me comovia?... de fato nunca se falou do Dia do Homem. Delegacia de Homens, alguém já ouviu falar? E Estatuto dos Direitos Masculinos? Parada Macho? Movimento Machista? Território Nacional para homens? Cotas para homens em Universidade? Afinal, eles são desfavorecidos mesmo...

Fico me perguntando até onde vale a pena tanto barulho e tanto movimento para cada uma dessas classes... quem quer ser, que seja e pronto! Quem é, que seja e pronto! É tão simples... Precisa brigar pra dizer que é e se impor? A verdadeira dignidade de ser o que é, consiste em simplesmente ser. Bom, cada um faz o que acha que deve, pensa como quer e aje de acordo com sua consciência.

Maaasss... pra Alguém não reclamar mais, hoje vou comemorar! Li no jornal um dia desses que hoje - 15/07 - é o Dia do Homem! Vou ao shopping comprar um presentinho beeemmm suuuper hiiiper maneeeiro e jogar no cartão... quando a fatura chegar, Alguém vai mostrar à quê o Homem veio ao mundo... rsrsrs.

Sem brincadeiras... devo reverenciar aqui os grandes homens da humanidade a quem dedico toda minha admiração e respeito. Parabéns à todos que de alguma forma contribuiram para o engrandecimento do Ser, seja na família, no trabalho ou na sociedade de modo geral.

Se fosse em um blog de homem no Dia da Mulher, imaginem a foto que teria aqui! Mas como é Dia do Homem num blog de mulher...

De todo coração... desejo aos queridos BLOGAMIGOS e BLOGPRIMOS

UM FELIZ DIA DO HOMEM !!! 

imagem: google



Escrito por TK Freire às 10h57
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Prêmio Bright Weblog 2008

 

Fui iluminada por Everson do Livro dos Dias para o Prêmio Bright Weblog 2008, Everson, obrigada pelo carinho, tá?

O que é o Bright Weblog?

É um prêmio atribuído a sites e blogs que se destacam por seu brilho em ambos os temas em design, e sua finalidade é promover em todo o mundo blogosfera. Após receber o prêmio, você deve postá-lo e citar os nomes dos premiados. Escolha no mínimo 7 blogs (ou mais), que acha que são brilhantes em sua disciplina ou na sua concepção.

 

Clareando... e o brilho vai passando...

 

Adri - Bandys - Elane - Landinho - Roberto Balestra - Susanna Martins - Príncipe Tito - Vanderson Freizer - Marcinha



Escrito por TK Freire às 11h10
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A MÁQUINA DE MORAR

Ainda em tempos de estudante, era comum presenciar discordâncias entre profissionais da arte (?) de morar. Será arte? Morar tornou-se antes de mais nada, um desafio.

Os temas eram debatidos sempre em torno da funcionalidade e da estética. O conforto ambiental, embora muito pouco, ainda era considerado. Encontrávamos casas e apartamentos com interiores bem dimensionados e distribuídos de forma racional e adequada à praticidade do dia-a-dia. Alguns arquitetos ainda tinham preocupação com a utilização de materiais próprios de cada região que proporcionassem mais conforto de acordo com o clima e menos gastos. Um tema muito considerado na época foi a “Arquitetura nos Trópicos”, onde se levava em conta o aproveitamento da luz natural, ventilação e temperatura nos ambientes. Dentre os discordantes da época estudantil, já dizia um professor, talvez profeta: “Estamos nos preparando para a morada do futuro onde a casa nada mais será que uma máquina de morar. Precisamos valorizar as áreas comuns de convivência coletiva e economizamos nas áreas independentes (unidades/apartamentos), já que a tendência é a pessoa passar menos tempo em casa”.

Chegados os tempos de Globalização, vieram também tempos de unificação ou massificação. A mesmice tomou conta de todas as áreas, inclusive da arquitetura. Fachadas recobertas por panos de vidro... inclusive no nordeste, onde impera o rei sol... criamos estufas humanas. Apertamentos minúsculos onde se entra de costas para poder sair de frente... olha aí a profecia!!! Lembro bem do professor... “menos tempo em casa...”

 

A Morada do Futuro - muita área verde e tecnologia de ponta

 

E eu me pergunto: “O que fazem os arquitetos hoje em dia?”

Bom... temos que economizar na obra. As construtoras não querem gastar com metros quadrados de área construída... precisamos é vender o peixe! Aperta aqui e ali, um quartinho pro casal (é só pra dormir mesmo... o resto faz no motel, né?), outro pra as crianças... é só botar uma bi-cama que dá. Empregada foi feita pra trabalhar... precisa de quarto não! O resto a gente investe no sociaaal!!! (parece que já ouvi isso antes).

Arquitetura popular, nem pensar... se casa pra rico é assim, imagina pra pobre... tem nem graça fazer! Pobre não mora, ocupa espaço...

Voltando ao sociaaal... vamos fazer um play-ground imeeeeeenso! Um mini-campo de futebol, sala de musculação (claro, pra desestressar!), sauna, piscina, churrasqueira... peraí... churrasqueira é coisa de pooobre! Tira! Vamos botar aqui um espaço gourmet, que tal?

Os afetadinhos, não suportando a pressão das construtoras, recorrem à arquitetura de interiores. Sem desmerecer a nobreza do esforço de alguns mais sérios que tentam suprir a falta de espaço com armários de piso à teto, a maioria está preocupada em atender os “pitis” das peruas ociosas. Enchem seus cubículos de tapetes persas, dão meia dúzia de desmunhecadas e saem na coluna social do dia seguinte.

Aí dizem que a construção civil nunca produziu tanto. É verdade... muita casa e pouco lar.

Um fato bem curioso é constatar a relação inversamente proporcional entre o tamanho da habitação e o índice da violência no país. Apesar da valorização das áreas comuns, as unidades de habitação não estão oferecendo atrativos, são tão pequenas que sufocam e forçam o indivíduo a passar mais tempo nas ruas tirando-lhe a oportunidade de interação familiar tão importante na formação dos valores éticos do ser humano. Antes a violência era uma característica atribuída à pobreza, classe possuidora de casas precárias e sem nenhuma infra-estrutura. Hoje, percebe-se também um aumento da violência na classe média... habitantes das novas máquinas de morar.

 

imagem: www.totrated.com.br



Escrito por TK Freire às 12h11
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SÉRIE FLORES

Flor do Mandacaru

Linda e misteriosa, só brota à noite e apenas por uma noite... durante o dia se esconde em botão. É sinal de chuva...

 

"Mandacaru quando fulora na seca

é sinal que a chuva chega no Sertão...

toda menina que enjoa da boneca

é sinal que o amor já chegou no coração."

Luiz Gonzaga.

 

Quando aparece trás alegria ao sertanejo.

Resistente, representa a fortaleza da mulher do Sertão... 



Escrito por TK Freire às 10h31
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TÁ É DANADO DE BOM !!!

Aqui no meu nordeste as tradições dos festejos juninos são marcantes... impossíveis de passar em branco, tanto que o dia de São João - 24 de junho - é feriado. E, como em todo feriadão que se preza tem que ter enforcamento, a segunda vai ser a vítima. Pode ser que os amigos sintam saudades de mim... rsrsrs.

Para não deixar tanta gente triste, vou deixar vocês com Gonzagão e Gonzaguinha, enquanto vou relar bucho numa sala de reboco. Pegar um forró pé-de-serra por aí... PENSE N'EU

OLHA PRO CÉU

Luíz Gonzaga

Composição: Luiz Gonzaga / José Fernandes

Olha pro céu, meu amor
Vê como ele está lindo
Olha praquele balão multicor
Como no céu vai sumindo
Foi numa noite, igual a esta
Que tu me deste o teu coração
O céu estava, assim em festa
Pois era noite de São João
Havia balões no ar
Xóte, baião no salão
E no terreiro
O teu olhar, que incendiou
Meu coração.

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 BOM SÃO JOÃO !!!



Escrito por TK Freire às 11h43
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DELÍCIAS DO MEU SÃO JOÃO

BOLO SOUZA LEÃO
Chef Dênis Silva (Parraxaxá)

 BOLO SOUZA LEÃO - COMIDA TÍPICA DE SÃO JOÂO DE PERNAMBUCO, BRASIL.


Ingredientes:

6 xícaras de leite de coco
2 xícaras de água
2 xícaras de manteiga
1 Kg de açúcar
1 Kg de massa de mandioca
18 gemas
1 pitada de sal

Preparo:

Leve o açúcar com a água ao fogo alto, mexendo até dissolve-lo. Pare de mexer e deixe ferver por 8 minutos ou até a calda atingir o ponto de fio. Retire do fogo e acrescente a manteiga. Misture até derreter. Deixe esfriar completamente.
Lave, escorra e peneire a massa de mandioca. Junte as gemas e bata por 5 minutos. Ponha o leite de coco e o sal e misture até ficar homogêneo. Adicione a calda de açúcar com manteiga. Misture.

Aqueça o fôrno em temperatura média. Passe a massa por uma peneira.

Forre o fundo da forma com papel manteiga. Unte o papel e a lateral da forma com bastante manteiga. Ponha a massa e asse por 1h e 20 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia limpo. Desinforme quando estiver morno.


PÉ-DE-MOLEQUE

Chef Isabel Dias (Casa dos Frios)

PÉ-DE-MOLEQUE - COMIDA TÍPICA DE SÃO JOÂO DE PERNAMBUCO, BRASIL.
 

Ingredientes:

1Kg de massa de mandioca
5 ovos inteiros
400g de castanha triturada
1L de leite de coco
1 colher de canela
2 pistilo de cravo triturado
800g de açúcar mascavo
250g de manteiga
1 xícara de café forte
sal a gosto
1 colher de chocolate em pó
500 ml de água

Modo de Fazer

Bata primeiro o açúcar com a manteiga e depois acrescente os ovos, a massa de mandioca, o leite de coco e a água. Em seguida, faça um café forte e, aproveitando a quentura, derrame na mistura. Depois, coloque o cravo e as castanhas trituradas (o segredo é machucá-los no pilão). Atenção: reserve 10 castanhas para enfeitar o pé-de-moleque. Misture até a massa ficar homogêneas. Unte a fôrma e coloque a mistura. Após 45 minutos no fôrno, o pé-de-moleque está pronto, agora é só enfeitar a parte de cima do bolo com as 10 castanhas.

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Essas maravilhas foram retiradas do site http://www.pousadapeter.com.br

O bolo Souza Leão recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco - é pra comer babando - a receita acima, do chef Dênis Silva, é servida no Restaurante Parraxaxá, um cantinho imperdível pra quem vem conhecer a culinária pernambucana.

Um pé-de-moleque que nem esse só se come na Casa dos Frios. Isabel Dias é conhecida como a senhora sorriso aqui em Recife. Uma simpatia só... e chiquééééérrima!!! Imagina o gostinho desse pé-de-moleque!



Escrito por TK Freire às 10h44
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Ganhei um pacotão... era uma caixa enorme! Tinha um cartãozinho com o nome de Bandys... vê só o que tinha dentro...

     

  

É por isso que eu fico metida... dá pra não ser??? Logo de Bandys!!! É pra qualquer um não!!!

Aí eu vou querer um monte de blogamiguinhos e blogamiguinhas metidos feito eu... é pra ser tudo farinha do mesmo saco... quer dizer... florzinha do mesmo canteiro... rsrsrs.



Escrito por TK Freire às 08h48
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QUATRO ERROS

crédito (imagem):http://www.tratamentodeagua.com.br

ROBERTO SHINYASHIKI - Médico Psiquiatra com Pós-graduação em Administração de Empresas pela USP, Consultor Organizacional e Conferencista de renome nacional e internacional - em entrevista à Revista ISTO É.

" A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:

A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

A segunda loucura é: você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira é: você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumimo absurdo.

Por fim, a quarta loucura: você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.

Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema.

Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital para pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Alí eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isso ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida."

 

Recebi esse trecho de entrevista por e-mail. Transcrevo-o e peço aos amigos que MEDITEM.

  1. Até onde você permite que as regras da sociedade interfiram na sua individualidade?
  2. Será que você é feliz e não sabe?
  3. Qual é o seu jeito certo de fazer as coisas?
  4. Você é um sucesso ou você está feliz?
  5. Qual o limite entre encarar um problema de frente e se acomodar à um problema?
  6. Qual o limite entre fugir das dificuldades e buscar novas soluções?
  7. Qual a maior pequena coisa da sua vida?
  8. Qual a felicidade que você praticou hoje?
  9. Pequenas coisas ou coisas pequenas?
  10. Na hora de pegar o médico pela camisa, o que pedirá a ele? E porquê não aproveitar que não tem médico nenhum na sua frente agora e começar a agir? Vá varrer a calçada, aguar as plantas, passear com o cachorrinho, curtir o marido ou a esposa, aguentar filhos adolescentes, fazer o almoço, ouvir bronca de patrão... afinal... isso é FELICIDADE!!! (Tô falando sério!!!)


Escrito por TK Freire às 10h06
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Tereza Freire
42 anos
Arquiteta
Recife/PE

 
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